O Mt Cook, a mais alta montanha da Nova Zelândia, ajudou Sir Edmund Hillary a desenvolver as suas capacidades na preparação para conquistar o Everest. De acordo com a lenda de Ngai Tahu, Aoraki e seus três irmãos eram filhos de Rakinui, o "Pai do Céu". Durante uma viagem marítima, a canoa virou-se num recife. Quando os irmãos subiram para cima da canoa, o vento sul congelante transformou-os em pedra. A canoa transformou-se em South Island (Ilha Sul); Aoraki e seus irmãos transformaram-se nos picos dos Southern Alps. No moderno posto de turismo deste parque temos acesso a todas informações, trilhos e suas dificuldades, passeios de hidroavião ( a partir dos lagos adjacentes). Não falta que fazer na zona e o nosso tempo aqui era tão pouco...ficou uma vontade enorme de lá voltar...
O Monte Cook/Aoraki - Mount Cook em inglês e Aoraki em maori, é uma montanha nos Alpes do Sul no centro da Ilha Sul, e a mais alta montanha da Nova Zelândia. Por ser uma zona lindíssima e Património da Unesco é um destino popular e para nós quase obrigatório pois ficava no caminho para a última cidade que íriamos visitar na Nova Zelândia - Christchurch.É também um destino favorito para os montanhistas aventureiros. O Glaciar Tasmânia e o Glaciar Hooker fluem nas suas encostas.
Os Alpes do Sul, onde fica o monte, são formados pela movimentação de placas tectônicas entre as placas do oceano Pacífico e Austrália-Índia ao longo da costa oeste. O monte continua subindo cerca de 7 mm a cada ano, mas as erosões em suas encostas dificultam o aumento da sua altura. O clima severo deve-se à localização do monte próximo ao paralelo 45ºS, caracterizado por fortes ventos
Mais uma vez madrugámos para de autocarro nos dirigirmos para Christchurch. Íamos passar pelo monte mais alto da Nova Zelândia - o Monte Cook. Avisaram-nos que seria mais um percurso cénico fantástico...e foi...campos,lagos, montanhas, paisagens lindas e inesperadas e, muitas..muitas ovelhas....
Parámos numa localidade e estivemos num café com um jardim muito florido e bem apelativo..
E continuámos o caminho por entre montes, vales e lagos...
Antes da chegada dos europeus, toda esta região de fiordes era frequentemente visitada/explorada pelos maoris que se “aventuraram” pela região ao longo de gerações. Enquanto viveram por alí adquiriram um notável conhecimento do meio marinho local, incluindo padrões de marés e migração de peixes, cetáceos, aves e outros animais. E tinham alí uma importante fonte de alimentos.
Segundo a lenda de Tu-te-raki-whanoa da mitologia Maori, Fiordlands foi esculpido com uma espécie de enxada (Te Hamo). Segundo esta lenda este Deus teria começado os trabalhos pelo sul, criando um litoral recortado e cheio de ilhas. Quando finalmente tinha domado a técnica, criou sua obra prima Piopiotahi (Milford Sound em Maori).
Milford Sound foi inicialmente ignorado pelos primeiros exploradores europeus a navegar nas águas da costa sudoeste da ilha sul. Na época eles acreditavam que com uma entrada tão estreita, estes fiordes não levariam a nenhum lugar relevante. O próprio James Cook ignorou Milford Sound exatamente por esse motivo. Estes primeiros exploradores também temiam aventurarem-se muito perto das encostas íngremes, com receio de que as condições dos ventos mudassem impedindo a fuga e possivelmente lançando as embarcações contra as pedras.
Todo o passeio de barco é memorável mas um dos pontos altos são as 2 cachoeiras permanentes que caiem para dentro do fiorde com sol ou chuva. Lady Bowen Falls (162m) e Stirling Falls (155m). Em ambas cachoeiras, o comandante do barco aproxima bem a embarcação da cachoeira e quem quer pode literalmente tomar um banho com a névoa de agua gerada pela cachoeira e seu contato com as pedras e a superfície. Foi o meu caso como se pode ver neste pequeno video que filmei...
Poucos lugares na Nova Zelândia têm uma beleza natural tão exuberante e selvagem quanto a região Fiordlands National Park na costa sudoeste da ilha sul. E são justamente os fiordes que emprestam o nome à região e os principais responsáveis pelo isolamento e beleza desta verdadeira maravilha da natureza que permanece praticamente intocada até os dias de hoje.
Tecnicamente, fiorde é um grande braço de mar que se expreme entre altas montanhas rochosas com encostas quase verticais e que invariavelmente têm sua origem associada ao período das grandes glaciações e à acção erosiva do gelo sobre as montanhas. No caso do Fiordlands, estes enormes paredões de pedra chegam a elevarem-se quase 1800 metros a partir do nível da zona de influencia das marés.
Vastos e imponentes, os fiordes neozelandeses recebem anualmente quase 1 milhão de visitantes. Destes, cerca de 90% visitam apenas a região do Milford Sound, o mais setentrional dos fiordes neozelandeses, o qual possui cerca de 16 km de extensão e ocupa menos de 2% da área total do parque. É impensável estar neste paraíso e não o percorrer em toda a sua extensão num barco...foi o que fizemos...