



Estes seres míticos incluem cobras, um emu, um lagarto. Várias lendas são narradas pelos guias quando param ao longo da caminhada, assim como os hábitos deste povo: alimentação, comunicação, rituais de passagem. Sabe-se que muitas outras lendas existem, mas estas são segredos passados apenas aos anangus “iniciados” na religião e permanecem um mistério.




E o improvável num deserto aparece: água!!!
O local mais sagrado, do meu ponto de vista, estava ali naquele pequeno e límpido lago no meio do deserto numa pequena gruta na base de Uluru..era um local mágico...
Depois de completarmos o roteiro fomos de autocarro até o Centro Cultural
O Centro Cultural é uma obra arquitectónica premiada. Dois prédios construídos em forma de serpentina para lembrar a historia das cobras ancestrais “Kuniya” e “Liru”. As exposições ilustram os mitos da Tjukurpa, falam sobre as tradições e costumes dos anangus e eventualmente alguns deles aparecem para contar histórias e observar os visitantes. Há algumas lojas no local vendendo arte aborígene e souvenires.
A brochura do Centro Cultural é primorosa, ilustra todas as lendas que você já ouviu a esta altura, as caminhadas e trilhas do parque, a fauna e flora da região, ensina algum vocabulário anangu e dá até explicações sobre a geologia do local.