No início da manhã e como as condições meteorológicas permitiram, desembarcámos na Ilha Magdalena, no Estreito de Magalhães, lugar de paragem obrigatória para o abastecimento de antigos navegantes e descobridores.
Esta ilha é o lar de uma imensa colónia de 200 mil pinguins de Magalhães que nos encantou durante a nossa caminhada até o farol, que orienta as distintas embarcações em suas passagens pelo Estreito.
Desde Novembro a começos de Abril, os pinguins fazem da terra a sua maternidade construindo tocas onde os bébés pinguins nacem e crescem.. e a muda de “vestuário” acontece no verão. Quando as crias crescem e mudam sua plumagem, os pinguins vão embora para águas um pouco mais quentes das do estreito de Magalhães.
Estas aves, de postura erguida e longo pescoço, com suas extensas corridas para se elevarem no ar e o seu voo em formação de “V” parecem hidroaviões com penas.














































