sábado, 25 de outubro de 2014

BUENOS AIRES

Em 2006 fizemos a nossa primeira grande viagem sem estarmos inseridos em grupo turistico. Tinhamos um plano de viagem, vouchers para hoteis, excursões e bilhetes de avião. Sem companhia era só gerir o tempo e aproveitar...e correu tão bem que nunca mais viajámos de outra maneira..Fomos nesta viagem até ao Fim do Mundo..as fotos não têm a melhor definição pois a máquina que eu tinha na altura era bem mais fraquinha...
Nosso primeiro destino, depois de muitas horas de vôo foi a magnifica Buenos Aires...




Buenos Aires é a segunda maior área metropolitana da América do Sul, depois de  São Paulo, e é conhecida pela sua arquitectura de estilo europeu e pela sua rica vida cultural, com a maior concentração de teatros do mundo.

A Avenida de Maio é considerada o Eixo Cívico, já que une a Casa Rosada com o Palácio do Congresso, sedes do Poder Executivo e do Poder Legislativo, respectivamente.Na intersecção desta avenida com a Avenida 9 de Julho  encontra-se o Obelisco, um emblema da Cidade de Buenos Aires.


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

VESTIGIOS DO TERRAMOTO DE CHRISTCHURCH

Em fevereiro de 2011, Christchurch foi atingida por um forte terremoto. Grande parte do centro da cidade com sua arquitectura neogótica foi destruída. 








Mas continua sendo uma linda cidade, onde se pode andar de bicicleta ao longo da margem do rio, ficar em bons hotéis ( fora do centro da cidade ) e desfrutar de um sofisticado jantar
 Os edifícios podem ter sido atingidos, mas a alma da cidade e o espírito acolhedor da população continuam intactos.  







Vale a pena visitar esta cidade que foi o nosso último destino num país que guardarei na memória para sempre e onde voltaria muitas vezes ..Adeus Nova Zelândia...

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

CRISTCHURCH











O nosso ultimo destino era a segunda maior cidade da Nova Zelândia, Christchurch conhecida como "A cidade jardim".


Devido a um terrivel sismo que destruiu o centro da cidade o nosso hotel estava bem distante. Disseram-nos que deveriamos ir ao centro da cidade para ver como uma cidade se estava a reerguer..
 

 Sempre em frente!! andam 2km até ao jardim e depois é só atravessar o jardim...e lá fomos. Esquecemo-nos é que as dimensões de um jardim neste país não tem nada a ver com os nosso jardins em Portugal ( ou mesmo em muitos outros paises....andámos Km para atravessá-lo..foi fatigante mas valeu a pena pois é lindo...
 


Os jardins desta cidade estão sempre cheios de crianças, pais, avós..são jardins vivos...pacificos, limpos e onde todos nos sentimos bem e em segurança..há muito que não sentia uma sensação de bem estar tão gratificante..Por tudo isto eu adorei a Nova Zelândia..


quinta-feira, 2 de outubro de 2014

LAGO TEKAPO

Lake Tekapo está a cerca de três horas de carro ao sudoeste de Christchurch o nosso destino final e muito perto do Monte Cook. O município aponta para o norte entre o extraordinário lago azul-turquesa e o espetáculo montanhesco de Southern Alps.  Lake Tekapo obtém sua intensa coloração turquesa opaca através da farinha de rocha refinada (terra proveniente dos glaciares), que fica suspensa na água.

Nas margens do lago pode-se  ver a bela Church of the Good Shepherd. A igreja foi construída em 1935 para as famílias pioneiras do distrito de Mackenzie, e é um ponto fotográfico popular entre os visitantes.





Há também trilhos seguindo a margem do lago e um deles vai até  ao "monumento do cão pastor", uma estátua de bronze esculpida para reconhecer a dívida do distrito para com o cão pastor "sem a ajuda do mesmo, o pastoreio no país montanhesco não seria possível". 


domingo, 28 de setembro de 2014

A LENDA DO MONTE COOK / AORAKI


O Mt Cook, a mais alta montanha da Nova Zelândia, ajudou Sir Edmund Hillary a desenvolver as suas capacidades na preparação para conquistar o Everest. De acordo com a lenda de Ngai Tahu, Aoraki e seus três irmãos eram filhos de Rakinui, o "Pai do Céu". Durante uma viagem marítima, a canoa virou-se num recife. Quando os irmãos subiram para cima da canoa, o vento sul congelante transformou-os em pedra. A canoa  transformou-se  em South Island (Ilha Sul); Aoraki e seus irmãos transformaram-se nos picos dos Southern Alps.
 No moderno posto de turismo deste parque temos acesso a todas informações, trilhos e suas dificuldades, passeios de hidroavião ( a partir dos lagos adjacentes). Não falta que fazer na zona e o nosso tempo aqui era tão pouco...ficou uma vontade enorme de lá voltar...
 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

MONTE COOK / AORAKI

Monte Cook/Aoraki - Mount Cook em inglês e Aoraki em maori, é uma montanha nos Alpes do Sul no centro da Ilha Sul, e a mais alta montanha da Nova Zelândia. Por ser uma zona lindíssima e Património da Unesco é um destino popular e para nós quase obrigatório pois ficava no caminho para a última cidade que íriamos visitar na Nova Zelândia - Christchurch.É também um destino favorito para os montanhistas aventureiros. O Glaciar Tasmânia e o Glaciar Hooker fluem nas suas encostas.




Os Alpes do Sul, onde fica o monte, são formados pela movimentação de placas tectônicas entre as placas do oceano Pacífico e Austrália-Índia ao longo da costa oeste. O monte continua subindo cerca de 7 mm a cada ano, mas as erosões em suas encostas dificultam o aumento da sua altura. O clima severo deve-se à localização do monte próximo ao paralelo 45ºS, caracterizado por fortes ventos

terça-feira, 16 de setembro de 2014

A CAMINHO DO MONTE COOK

Mais uma vez madrugámos para  de autocarro nos dirigirmos para Christchurch. Íamos passar pelo monte mais alto da Nova Zelândia - o Monte Cook. Avisaram-nos que seria mais um percurso cénico fantástico...e foi...campos,lagos, montanhas, paisagens lindas e inesperadas e, muitas..muitas ovelhas....
 
















Parámos numa localidade e estivemos num café com um jardim muito florido e bem apelativo..

E continuámos o caminho por entre montes, vales e lagos...






sexta-feira, 12 de setembro de 2014

AS QUEDAS DE ÁGUA DE MILFORD SOUND


Antes da chegada dos europeus, toda esta região de fiordes era frequentemente visitada/explorada pelos maoris que se “aventuraram” pela região ao longo de gerações. Enquanto viveram por alí adquiriram um notável conhecimento do meio marinho local, incluindo padrões de marés e migração de peixes, cetáceos, aves e outros animais. E tinham alí uma importante fonte de alimentos.











Segundo a lenda de Tu-te-raki-whanoa da mitologia Maori,  Fiordlands foi esculpido com uma espécie de enxada (Te Hamo). Segundo esta lenda este Deus teria começado os trabalhos pelo sul, criando um litoral recortado e cheio de ilhas. Quando finalmente tinha domado a técnica, criou sua obra prima Piopiotahi (Milford Sound em Maori).
 



Milford Sound foi inicialmente ignorado pelos primeiros exploradores europeus a navegar nas águas da costa sudoeste da ilha sul. Na época eles acreditavam que com uma entrada tão estreita, estes fiordes não  levariam  a nenhum lugar relevante. O próprio James Cook ignorou Milford Sound exatamente por esse motivo. Estes primeiros exploradores também temiam  aventurarem-se muito perto das encostas íngremes, com receio de que as condições dos ventos mudassem impedindo a fuga e possivelmente lançando as embarcações contra as pedras.

 Todo o passeio de barco é memorável mas um dos pontos altos  são as 2 cachoeiras permanentes que caiem para dentro do fiorde com sol ou chuva. Lady Bowen Falls (162m) e Stirling Falls (155m). 
Em ambas cachoeiras, o comandante do barco aproxima bem a embarcação da cachoeira e quem quer pode literalmente tomar um banho com a névoa de agua gerada pela cachoeira e seu contato com as pedras e a superfície. Foi o meu caso como se pode ver neste pequeno video que filmei...

domingo, 7 de setembro de 2014

MILFORD SOUND

Poucos lugares na Nova Zelândia têm uma beleza natural tão exuberante e selvagem quanto a região Fiordlands National Park na costa sudoeste da ilha sul. E são justamente os fiordes que emprestam o nome à região  e os principais responsáveis pelo isolamento e beleza desta verdadeira maravilha da natureza que permanece praticamente intocada até os dias de hoje.










Tecnicamente, fiorde é um grande braço de mar que se expreme entre altas montanhas rochosas com encostas quase verticais e que invariavelmente têm sua origem associada ao período das grandes glaciações e à acção erosiva do gelo sobre as montanhas. No caso do Fiordlands, estes enormes paredões de pedra chegam a elevarem-se quase 1800 metros a partir do nível da zona de influencia das marés.




Vastos e imponentes, os fiordes neozelandeses recebem anualmente quase 1 milhão de visitantes. Destes, cerca de 90% visitam apenas a região do Milford Sound, o mais setentrional dos fiordes neozelandeses, o qual possui cerca de 16 km de extensão e ocupa menos de 2% da área total do parque.


É impensável estar neste paraíso e não o percorrer em toda a sua extensão num barco...foi o que fizemos...