sexta-feira, 23 de maio de 2014

THE THREE SISTERS ( as três irmãs) nas BLUE MOUNTAINS

Um dos pontos mais apreciados das Bue Mountains l é, uma formação rochosa denominada  the Three Sisters ( as Três Irmãs). São três formações de rochas enormes e cada uma recebe um nome: Meehni (922 m), Wimlah (918 m), and Gunnedoo (906 m).

 Falando cientificamente , as três irmãs formaram-se através de erosões e  irão desaparecer completamente um dia.

Adorei a história aborigena da formação das  Três Irmãs...
 De acordo com uma história dos sonhos dos aborígenes, as três pedras de enorme formação, eram três lindas irmãs cujos nomes eram Meehni, Wimlah e Gunnedoo da tribo Katoomba. As três irmãs apaixonaram-se por três irmãos da tribo Nepean mas as suas leis tribais proibiam o casamento. Os três irmãos não aceitaram essa lei e tentaram capturar as três irmãs pela força. 

Isso causou uma grande batalha tribal e as vidas das três irmãs foram ameaçadas. O feiticeiro decidiu transformar as irmãs em pedras para protegê-las pensando reverter o feitiço só depois da batalha terminar. Infelizmente, o feiticeiro foi morto na batalha e as três irmãs permaneceram como formações rochosas enormes e belas até hoje. 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

AS MONTANHAS AZUIS - BLUE MOUNTAINS


Quem vem a Austrália e gosta da natureza , como nós, não pode deixar de explorar um lugar chamado Blue Mountains, ou Montanhas Azuis. O local é divino. Enorme. Inspirante. Com rochas, desfiladeiros, vegetação vasta, fauna e flora únicas.Com estruturas geológicas que ultrapassam mil metros, a vegetação predominante natural da floresta é de eucalíptos, comida favorita dos Koalas.
 





 As Montanhas Azuis ou Blue Mountains, são uma cadeia de montanhas localizada a 100 kms a oeste de Sydney. Vistas de longe, as Montanhas são mesmo azuis, mas só de longe.... Devem o seu nome à neblina azul que paira sobre as montanhas produzida pelo óleo de eucalipto, árvores muito abundantes na região. 

Há alguns mirantes fabulosos e pontos de interesse no caminho para as montanhas. excelentes vistas sobre o vale Jamison e, claro, sobre a espectacular cabeça de Wentworth


Cada vez que se pára, à beira de um penhasco, aparece um cenário novo e inspirador para contemplar.

As Blue Mountains é mesmo um lugar especial.



quinta-feira, 15 de maio de 2014

BONDI BEACH: A MAIS CONHECIDA PRAIA DE SIDNEY

Estando em  Sidney, uma vista à Bondi Beach éimperdível, pois fica a aproximadamente 30 minutos do centro da cidade  e o caminho até lá é muito bonito.Passámos por baías com seus portos e pela " porta de entrada" da Baía de Sidney.











Bondi Beach é uma praia mundialmente conhecida e  uma das mais famosas da Austrália.Provavelmente já apareceu em mais cartões postais, programas de televisão e filmes do que qualquer outra praia australiana.
Todos os anos, milhares de pessoas, dsde mochileiros a bilionários, vêm para a areia dourada dessa larga praia urbana, de um quilômetro de extensão, para passear, correr ou relaxar ao sol. A apenas 10 quilômetros de distância do centro da cidade, Bondi Beach é uma das praias mais animadas de Sydney. Ela é palco de eventos o ano todo, desde exposições de arte da comunidade até maratonas de corrida do City to Surf.

Bondi também é o lar do surf e dos salva-vidas australianos. O Bondi Life Saving Club, fundado em 1906, é o mais antigo da Austrália. No verão, a praia é patrulhada por salva-vidas voluntários, que asseguram que os banhistas permaneçam entre as bandeiras de segurança vermelhas e amarelas icônicas da Austrália. Nas manhãs de domingo, pode-se ver os "Nippers", os futuros salva-vidas australianos, aprendendo o ofício desde jovens. As águas calmas e protegidas desta praia também são um lugar perfeito para aprender a surfar e por isso existem diversas escolas de surf local.





A rua principal, à beira-mar, chama-se Campbell Parade, e aí encontramos uma diversidade de lojas de  artigos de surf e de moda, cafés ao ar livre e bares. Ela é um ponto de encontro famoso para a sociedade  de Sydney.

Gostei de conhecer a praia embora acostumada às belas praias portuguesas não a achei nada de especial. No entanto reconheço que na zona onde está deve ser muito apreciada porque a vigilância constante permite que os utentes se sintam " protegidos" contra tubaroes, jellyifish e outros perdedores terríveis que existem neste país. Depois de ter visto belissimas praias desertas por causa dos referidos perdedores dei mais valor a esta praia nos arredores de Sidney..



segunda-feira, 12 de maio de 2014

A ÓPERA DE SIDNEY E A HARBOUR BRIDGE


A  Ópera de Sydney é um dos edifícios de espectáculo mais marcantes a nível mundial, e um dos símbolos da Austrália, 
A construção, projetada por Jørn Utzon, começou em 1959 e está localizada sobre a Baía de Sydney. É um postal muito conhecido desta cidade e foi emocionante ver "ao vivo"..foi o concretizar de um sonho..

Uzon ganhou o concurso internacional de arquitectura para a Ópera de Sydney em 1957, aos 38 anos. Havia 232 candidatos e terá sido o arquitecto finlandês Eero Saarinen, que fazia parte do júri, a apoiar o seu projecto. Fez a obra com o engenheiro anglo-dinamarquês Ove Arup e o edifício demorou anos a ser construído (de 1956 a 1973). A polémica instalou-se e, em 1966, quando Jorn Utzon abandonou a direcção da obra e a Austrália, para onde se tinha mudado com a sua família.
As razões deste afastamento terão sido as divergências que o arquitecto teve com o seu cliente por causa da acústica e da derrapagem no orçamento (em mais de mil por cento).
Quando o edifício da Ópera de Sydney ficou concluído em 1973, constituiu uma marca geográfica, na verdadeira acepção da palavra, que colocou a Oceania no mapa mundial. A Ópera de Sydney tem cerca de 1000 divisões, incluindo cinco teatros, cinco estúdios de ensaio, dois auditórios, quatro restaurantes, seis bares e numerosas lojas de recordações.




Sydney Harbour Bridge , sobre a Baía de Sydney, liga o centro financeiro de Sydney com a costa norte, residencial e comercial.
Concluída em 1932, demorou 8 anos a ser construída. O comprimento total do tabuleiro principal são 1 149m. O arco que suporta o tabuleiro, tem um comprimento de 503m e um peso de 39 000 toneladas. O ponto mais alto do arco está 134m acima do nível do mar.
A ponte era a estrutura mais alta da cidade até 1967. De acordo com registros do Guinness Book, é a ponte mais larga e também é a ponte de arco em aço mais elevada do mundo. É também a ponte em formato de arco mais longa do mundo.


Estas duas estruturas complementam-se em beleza e o que seria de Sidney sem eles?

sexta-feira, 9 de maio de 2014

A BAÍA DE SIDNEY


Situado na baía de Sydney, ao lado de Circular Quay, The Rocks é o ponto onde se iníciou a povoação européia na Austrália.
CIRCULAR QUAY

 O bairro é conhecido por suas ruas coloridas e edifícios elegantemente restaurados, estabelecimentos de entretenimento e lojas de especialidades. No Circular Quay são feitas as conexões entre barcos, comboios e autocarros que ligam os subúrbios ao centro da cidade.





A Sydney Opera House é sem dúvida o principal ícone da arquitetura australiana. Um marco construído no Bennelong Point, onde ópera, ballet, teatro e música arrepiam os espectadores pela performance em harmonia com beleza do local. Assistir a uma apresentação da Orquestra Sinfônica de Sydney é um espetáculo imperdível.
DARLING HARBOUR
O Darling Harbour, região portuária que foi totalmente restaurada e abriga actualmente algumas das melhores  zonas de entretenimento da cidade. 
VUm pequeno video da baia de Sidney filmado ( mal..) por mim..




segunda-feira, 5 de maio de 2014

SIDNEY

Sede dos Jogos Olímpicos de 2000, Sydney é uma das cidades mais modernas e agradáveis do planeta e onde fica evidente, mesmo  numa megalópole com 5 milhões de habitantes, a relação dos australianos com o mar.



O Centro é cortado por largas avenidas com prédios altos, sendo a maioria de escritórios comerciais. Apesar de Sydney ser a mais conhecida e antiga cidade da Australia, não é o centro financeiro Australiano pois a cidade de Melbourne nesse aspecto, concentra um número infinitamente maior de  grandes empresas Australianas e multinacionais, bem como ofertas de empregos especializados.




Sydney é uma das mais multiculturais cidades do mundo, o que reflete o seu papel como um importante destino imigratório na Austrália. Segundo o levantamento Mercer sobre custo de vida, Sydney é a mais cara cidade da Austrália e a 15ª mais cara do planeta.



Sydney é uma cidade deslumbrante e vibrante, construída à volta de uma das baías mais bonitas do mundo, com praias cintilantes e de fácil acesso ao coração da cidade 
Além da sua extraordinária beleza e estrutura, Sydney  torna-se fascinante pela mistura de etnias que circulam pelas ruas, mostrando que paz e harmonia é um processo natural da civilização humana.
 

sexta-feira, 2 de maio de 2014

JANTAR "SOUNDS OF SILENCE" EM ULURU


As 18h estávamos a postos na recepção para seguirmos para o jantar no deserto " Sounds of silence". Partimos num autocarro rumo ao local escolhido para o jantar. Um local com vista para Uluru e para uma outra formação semelhante "Olgas"e ai assistir ao pôr do sol..
Enquanto o sol se põe, foram servidos aperitivos, espumantes e sumos. mas o espectáculo em foco é Uluru, que, conforme o sol vai baixando, assume colorações diversas, do vermelho intenso ao alaranjado.

  O pôr-do-sol é realmente muito bonito e inspirador: muitos tons no céu, estrelas despontando, um solo árido com uma vegetação de arbustos e pequenas flores roxas...Imperdivel!!



Uma vez terminado o pôr-do-sol, dirigimo-nos por um caminho iluminado por pequenas velas para o local do jantar, a algumas dezenas de metros. Grandes mesas redondas que acomodam de oito a dez pessoas estão prontas para a ceia. Ao lado, um buffet com iguarias típicas desde carne de canguru, crocodilo , acompanhamentos e doces. 



Enquanto bebíamos o  café, um astrónomo surgiu para  nos guiar por uma exploração das estrelas no céu australiano. Muita ênfase foi dada ao facto de estarmos vendo o céu do hemisfério sul e s constelações como o cruzeiro do sul e as três-marias foram apontadas no céu para  nosso deleite pois estamos acostumados a uma diferente paisagem celestial .  Observámos Júpiter  e a Lua num telescópio montado no local.





Ao todo, são quatro horas, desde a  saída do hotel até retornarmos. E qual o veredito? É um programa feito para turista, longe de ter um apelo que remeta a tradições aborígenes. Mas o pôr-do-sol é lindo, o jantar é muito agradável. Encontrámos pessoas de muitas nacionalidades, trocámos impressões num local muito remoto...uma bela experiência, sem dúvida!! 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

EXPLORANDO ULURU

A Rocha( Uluru) é sagrada para os aborígines, que acreditam que dentro da rocha vivem dois espíritos, o que faz dela algo vivo para eles. Suas formas, marcas são interpretadas pelos aborígenes como parte do corpo de Uluru e como resquícios das inúmeras batalhas travadas entre os dois espíritos que alí vivem. Formas que para o homem “branco” não passa de fendas, cavidades, cisternas e cavernas rochosas.
Os anangus atribuem uma significância espiritual ao Uluru e Kata Tjuta. Acreditam ser os descendentes de seres míticos que criaram toda a terra durante a “Tjukurpa” ou época dos sonhos, o período da criação, e como tal aceitam que nós visitantes sejamos recebidos como seus convidados, pedindo que respeitemos sua fé e costumes. 












Estes seres míticos incluem cobras, um emu, um lagarto. Várias lendas são narradas pelos guias quando param ao longo da caminhada, assim como os hábitos deste povo: alimentação, comunicação, rituais de passagem.  Sabe-se que muitas outras lendas existem, mas estas são segredos passados apenas aos anangus “iniciados” na religião e permanecem um mistério.
Ao longo do percurso há algumas grutas com pinturas rupestres. Pinturas essas que indicavam e sinalizavam Uluru como  um bom local para se estar. Os círculos concêntricos marcados na rocha indicavam a presença de água..tal com os círculos formados quando se atira uma pedra a um lago..


 






















































E o improvável num deserto aparece: água!!!
O local mais sagrado, do meu ponto de vista, estava ali naquele pequeno e límpido lago no meio do deserto numa pequena gruta na base de Uluru..era um local mágico...





Depois de completarmos o roteiro fomos de autocarro até o Centro Cultural 

O Centro Cultural é uma obra arquitectónica premiada. Dois prédios construídos em forma de serpentina para lembrar a historia das cobras ancestrais “Kuniya” e “Liru”. As exposições ilustram os mitos da Tjukurpa, falam sobre as tradições e costumes dos anangus e eventualmente alguns deles aparecem para contar histórias e observar os visitantes. Há algumas lojas no local vendendo arte aborígene e souvenires. 

A brochura do Centro Cultural é primorosa, ilustra todas as lendas que você já ouviu a esta altura, as caminhadas e trilhas do parque, a fauna e flora da região, ensina algum vocabulário anangu e dá até explicações sobre a geologia do local.