segunda-feira, 13 de maio de 2013

A VIDA SELVAGEM EM AMBOSELI

Grou coroado
 Amboseli é um exuberante paraíso, alimentado diretamente pelo derretimento das capas de neve do Monte Kilimanjaro.
 Antes da descoberta da montanha em 1848, a povoação local acreditava que um terrível deus residia no interior da montanha e que paralisava aqueles que se ousavam a aproximar do seu lar. Claro que não sabiam disso na época, mas estavam se referindo a um fenômeno que era totalmente estranho para eles – o frio intenso.


Amboseli está sempre transbordando de água todo o ano graças ao 
derretimento das capas de neve do Monte Kilimanjaro.

O parque tem duas nascentes de águas cristalinas e lençóis freáticos subterrâneos em abundância. E onde há água, há vida. As plantas de papiro crescem em águas rasas e a disponibilidade de água atrai zebras, girafas, impalas, leões, hipopótamos, búfalos, leopardos, chitas e hienas em grande número. Os bebedouros são transformados em spas para os animais ao anoitecer e amanhecer



Um spa  de hipopótamos...


Hienas...Uma olhava intrigada enquanto outra amamentava o filhote..









Ao longe vimos girafas e os primeiros leões em liberdade...mal sabiamos que mais tarde num só dia iriamos ver de perto mais de 30 leões...


sexta-feira, 10 de maio de 2013

AMBOSELI - AONDE ESTÁ O KILIMANJARO?

  À medida que nos aproximávamos da base do Kilimanjaro onde se situava o nosso lodge a chuva parou e raios de sol íam aparecendo timidamente..
As nuvens não deixavam ainda vislumbrar as eternas neves da mais alta montanha africana..















A sensação de paz que o lugar transmitia, fazia-me duvidar da existência de animais selvagens.




O Lodge era lindíssimo e o ambiente envolvente tão sereno.
Os imensos macacos que por ali andavam fintavam-nos para tentarem entrar nos quartos para roubarem comida..


Separados por um pequeno arame da zona onde estavamos, passeavam e alimentavam-se grupos de gnous e zebras...pareciam animais domésticos...





quarta-feira, 8 de maio de 2013

CHEGADA A AMBOSELI - OS MINI TORNADOS

O Parque Nacional Amboseli retrata uma imagem clássica: o contraste da paisagem africana contra o cenário proporcionado pelos picos cobertos de neve do Monte Kilimanjaro. 
Antes de termos essa visão encontrámos pelo caminho um imprevisto que não nos queria deixar passar....e nós "eramos visitas" pelo que esperámos que a D. girafa nos autorizasse a continuar o percurso..


O tempo começa a ameaçar chuva, o vento quente sopra forte e à nossa frente temos uma planicie árida imensa...ao  longe avistamos pequenos tornados que ainda tornam a paisagem mais bela e inquietante...
As nuvens encobrem por completo o Kilimanjaro...


 Avistámos avestruzes e ficámos surpreendidos pelo seu tamanho..eram muito maiores do que estávamos habituados a ver.

Ao longe continuávamos a ver os tornados...que estariam localizados no local do resort.

Será que a chuva nos ía estragar o primeiro safari que íriamos fazer nessa tarde?

domingo, 5 de maio de 2013

A CAMINHO DE AMBOSELI - KARIBU

O Quênia é um dos principais destinos da África Oriental para fazer safáris e o Parque Nacional Amboseli, no reino do Kilimanjaro, não é excepção. 
O parque fica perto da fronteira com a Tanzânia, a cerca de 250 quilometros de Nairóbi. A viagem foi feita por via rodoviária e quase  
demorou   4 horas, pois as condições das estradas são deficientes.

Pelo caminho fomos observando aldeias, mercados e modos de vida..



Os transportes colectivos vão sempre  com lugares esgotados...

Este era o nosso 4x4 que nos transportava e que nos íria deixar na 
fronteira com a Tanzânia depois do safari em Amboseli



Karibu Amboseli ( bem vindos a Amboseli)

sábado, 4 de maio de 2013

NAIRÓBI

Depois de uma noite passada no avião  a vontade de visitar  Nairóbi não era animadora. Era domingo a cidade  estava adormecida e a presença nas ruas de militares com metralhadoras deixou-nos inseguros. Além disso o hotel era fabuloso, muito confortável com belos jardins e piscina...










 




Os britânicos, que haviam iniciado a colonização do leste da África, construíram em Nairóbi um terminal ferroviário e fizeram da cidade a capital da província de Ukamba. Até então Nairóbi era apenas uma planície semi-deserta, com uma bela vista para o Pico do Kilimanjaro.


















  Como centro administrativo, Nairóbi atraiu muitos imigrantes da área rural do Quénia e tornou-se numa das maiores cidades da África tropical




Um dos problemas que comprometem a economia e as condições de vida do país é a escassez de água, causada pela seca e desmatamento. Três do quatro rios que abasteciam a represa Ndakaini secaram. Em 2009, o problema foi acentuado pelo desvio ilegal da água que serviria a cidade para fazer a irrigação de fazendas.

Ir a Nairóbi e não ir jantar ao Carnivore é tão imperdoável como ir a Roma e não ver o Papa..
Situado em 47º lugar na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo, é um restaurante ao ar livre onde tudo é típico...ali se pode comer todo o tipo de carne comestível e na quantidade que se quiser...até provei carne de crocodilo mas não apreciei...
Foi uma experiência  bem interessante este jantar..




quinta-feira, 2 de maio de 2013

VISITA RÁPIDA A NAIRÓBI- ESCALA EM AMSTERDÃO

Finalmente ía conhecer África...a África profunda e selvagem, pois já tinha visitado o Egipto e Marrocos.
Como não há voos directos e fazíamos escala em Amsterdão resolvemos aproveitar as imensas horas de espera para revisitar esta bela cidade.Só que o tempo não cooperou pois chovia imenso e estava muito frio.
Na esperança que o tempo melhorasse ainda apanhámos o comboio para o centro da cidade...mas não tivemos sorte..
Como íamos para paises quentes a protecção que levávamos não era suficiente e não era convidativo  passear..
Voltámos para o "quentinho" do aeroporto depois do almoço ..nem um canal vi, mas ainda conseguimos, mais uma vez, apercebermo-nos da "irreverência" desta cidade como mostra a foto..




segunda-feira, 29 de abril de 2013

O FOTÓGRAFO DA MORTE - ENTREVISTA DE NHEM EN

Não posso deixar de publicar a entrevista dada pelo " Fotógrafo da Morte" como era conhecido. Esta entrevista foi publicada pelo Jornal de Noticias

Nhem En, o fotógrafo das vítimas do genocídio cambojano

Publicado em 2011-10-09



Pouco antes de serem executados, Nhem En pedia-lhes o favor de olharem fixamente para a objectiva. Que não inclinassem a cabeça. Que não se mexessem. "Tentei que saíssem o mais favorecidos possível", conta o retratista das vítimas do genocídio cambojano. "É esse o trabalho do fotógrafo, não é?", pergunta.
foto DIREITOS RESERVADOS
Nhem En, o fotógrafo das vítimas do genocídio cambojano
Nhem En tirava fotos aos que iam ser executados
Segundo contou ao jornal espanhol "El Mundo", Nhem En tinha 16 anos quando foi recrutado pelos Khmers Vermelhos e enviado para a prisão de Toul Sleng, mais conhecida como S-21. Apenas nove dos 14 mil reclusos que por ali passaram sairam com vida.
Os rostos dos que ali morreram, os seus gestos de resignação, os seus olhares perdidos, estão hoje pendurados nas paredes da prisão, entretanto transformada no Museu do Genocídio de Phnom Penh.
Quando o regime dos Khmers Vermelhos foi derrubado, em 1979, foram encontrados cerca de seis mil negativos nos arquivos da prisão. Homens e mulheres. Velhos e crianças. Muitos deles imortalizados com sinais de tortura recentes. Alguns já sem vida.
O fotógrafo da morte recorda que tinha que remover a venda dos olhos dos reclusos, posicioná-los correctamente e guardam silêncio quando perguntavam o que é que estava a fazer e porque estavam ali. "Sou apenas o fotógrafo", murmurava.
Uma vez interrogados e fotografados, os reclusos eram conduzidos aos campos da morte e executados com um tiro na cabeça ou um golpe de faca do mato. A sua sentença era resumida a apenas um frase: "Destruir-te não envolve qualquer perda, preservar-te não traz qualquer benefício".
Nhem En viaja até ao passado e diz não ter qualque remorso. "Por que haveria de sentir?", pergunta. "Não matei ninguém. Só os fotografei. Fiz o que me mandaram".
O fotógrafo é um dos milhares de cambojanos que participaram no genocídio de Phnom Penh que não irão sentar-se nos bancos dos réus. O acordo assinado entre as Nações Unidas e o governo para procurar justiça limitou os processo a apenas cinco acusados. Kaing Guek Eav, o chefe da S-21, foi sentenciado no ano passado a 35 anos de prisão. Outros quatro dirigentes aguardam que os seus processos sejam retomados.
Nhem En encontrou outro modo de vida ocupando vários cargos políticos no antigo bastião dos maoístas em Anlong Veng, no norte do país. O seu passado como chefe do serviço de fotografia da S-21 permitiu-lhe montar um negócio turístico e ganhar dinheiro extra com a venda de lembranças dos Khmers Vermelhos, incluindo leiloando as máquinas que utilizou para fotografar os que iam morrer.
A sua foi a última voz que muitos dos que morreram ouviram. Dizia-lhes: "Não inclines a cabeça. Olha para a objectiva. Não te mexas".

sexta-feira, 26 de abril de 2013

OS RETRATOS ANTES DA MORTE - MUSEU DO GENOCÍDIO - S-21

O que me impressionou mais nesta visita ao Museu do Genocídio foram os retratos dos prisioneiros A maior parte desses retratos eram fotografias tiradas antes da execução...retratos cheios de olhares vazios e de expressões sem sentimentos..só se notava a desistência, conformação com um destino tão injusto...

Fotografias tiradas pelo denominado "fotógrafo da morte" Nhem Em
Ele próprio disse:
-"A sua foi a última voz que muitos dos que morreram ouviram. Dizia-lhes: "Não inclines a cabeça. Olha para a objectiva. Não te mexas".

Não consegui tirar mais fotografias ...a angústia,a emoção o horror, a dor venceram-me e marcaram-me para toda a vida... 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

VIDA NA PRISÃO S-21: DA TORTURA AO EXTERMÍNIO


Ao chegarem à prisão, os prisioneiros eram fotografados e era exigido que fizessem uma biografia detalhada de suas vidas, começando por sua infância e terminando por sua prisão. Feito isso, eram forçados a retirarem suas roupas íntimas e seus bens eram confiscados, e então, os prisioneiros eram levados a suas celas. Aqueles que eram levados a celas menores (as baias individuais) eram algemados às paredes ou ao chão de concreto. Os prisioneiros levados às celas maiores (coletivas) eram algemados a longas barras de aço. Os prisioneiros dormiam no chão, pois não havia colchões, redes ou cobertores no presídio. 
O dia na prisão começava às 4:30 da manhã, quando os prisioneiros eram evacuados de suas celas para inspeção. Os guardas inspeccionavam se as algemas estavam frouxas ou se havia algum objeto escondido que pudesse ser usado pelos prisioneiros para que se cometesse suicídio. Com o passar dos anos, muitos prisioneiros tiveram sucesso nas suas tentativas de suicídio e  então os guardas passaram a ser mais minuciosos ao verificar folgas em correntes e ao procurar objetos em celas.
A prisão possuia regras extremamente rígidas, e brutais espancamentos eram aplicados como punição a todo e qualquer prisioneiro que as infligisse. Praticamente todas as acções tomadas pelos internos deveriam ser aprovadas pelos monitores. As humilhações eram cruéis e frequentes: não raros eram os casos em que prisioneiros eram forçados a comer fezes e beber a urina de outros prisioneiros. As condições sub-humanas e a falta de higiene freqüentemente causavam diversas doenças. As unidades médicas da prisão estavam unicamente  orientadas para  se limitarem a manter os internos vivos até o término dos interrogatórios.
A maioria dos internos da S-21 eram mantidos por lá durante 2 ou 3 meses.  Ao fim de dois ou três dias após serem levados a S-21, todos os prisioneiros eram conduzidos ao interrogatório.
Sala de interrogatório


O sistema de tortura em Tuol Sleng foi projectado para fazer com que os internos confessassem quaisquer crimes de que fossem acusados pelo “partido”. Os prisioneiros eram rotineiramente agredidos e submetidos a tortura com choques elétricos, instrumentos de metal incandescentes e sufocamento com sacos plásticos. Métodos amplamente utilizados para obter confissões incluíam o uso de afogamento simulado, remoção de unhas do prisioneiro com despejamento de álcool sobre a ferida, e a remoção da pele de algumas partes do corpo (com as vítimas ainda vivas). Mulheres muitas vezes eram estupradas por guardas e apresentavam genitais mutilados e  seios amputados. Apesar da maioria dos prisioneiros terem morrido devido a esse tipo de abuso, os oficiais não eram encorajados a matá-los, já que o Khmer Vermelho precisava de suas confissões.
Nas suas confissões, os prisioneiros eram obrigados a descrever sua historia de vida pessoal. Se fossem membros do partido, deveriam descrever suas funções dentro da Angkar. Depois deveriam relatar seus supostos actos de traição em ordem cronológica. O terceiro passo da confissão descrevia a transcrição das supostas conversações e dos planos frustrados de traição. Por último, o traidor nomearia uma série de outros supostos traidores, que poderiam incluir seus amigos, colegas, família e conhecidos. Algumas dessas “listas” continham mais de 100 nomes. As pessoas cujos nomes constavam nessas listas eram, na maioria das vezes trazidas para interrogatório e todo o processo recomeçava....




No primeiro ano de existência da S-21, os cadáveres eram enterrados nas proximidades da prisão. Nos anos seguintes,  os oficiais acabaram por ficar sem espaço físico para enterrar os cadáveres, então, os prisioneiros e suas famílias passaram a ser levados ao Centro de Extermínio Choeung Ek,  
a cerca de quinze quilômetros de Phnom Penh. Lá, eles eram mortos com bastões, barras de ferro, machados,  moto-serras, e muitas outras armas brancas. Após as execuções, as vítimas eram enterradas pelos soldados em sepulturas coletivas que comportavam de 6 a 100 corpos simultaneamente.

Há somente  notícia de que apenas doze pessoas  sobreviveram.  Desses, apenas quatro se encontram ainda vivos: Vann NathChum MeyBou Meng e Chim Math, a única mulher entre os sobreviventes. Os três homens foram mantidos vivos porque eles tinham habilidades que os oficiais julgavam ser úteis para o partido. Vann Nath era um artista habilidoso e foi indicado para pintar retratos de Pol Pot.  Bou Meng, cuja esposa foi morta na prisão também é um artista. Chum Mey foi mantido vivo por razão de sua perícia em maquinaria. Chim Math foi mantida em Tuol Sleng por 2 semanas e transferida para a unidade prisional de Prey Sar. Ela pode ter sido poupada pelo facto de ser oriunda do distrito de Stoeung, em Kampong Thom, local de nascimento de Kang Kek Iev, o “Camarada Duch”

segunda-feira, 22 de abril de 2013

MUSEU DO GENOCÍDIO TUOL SLENG (S - 21)


Com uma economia essencialmente agrícola, dependente quase exclusivamente da produção de arroz, o Camboja apresenta baixo Índice de Desenvolvimento Humano (0,494) e expectativa de vida de apenas 59,7 anos.
As guerras e conflitos também deixaram marcas profundas em sua população. Após a Segunda Guerra Mundial, o país  tornou-se independente da França e o crescimento comunista abriu caminho para um dos mais sangrentos conflitos da história mundial recente.
Partidário do Khmer Vermelho, o governante Pol Pot promoveu o que ficou conhecido como Genocídio Cambojano, que ceifou a vida de mais de dois milhões de pessoas – cerca de 25% da população à época. Tudo isso entre 1975 e 1979.
O massacre foi combatido pelo vizinho Vietname, mas os Khmers Vermelhos só foram destituídos do poder nos anos 1990, sob intervenção da ONU, que deu início a um processo de democratização.

Tomámos consciência sobre este massacre terrivel visitando o museu Tuol Sleng...foi um momento emotivo, devastador que nunca mais conseguirei esquecer...













No passado, o lugar era a escola secundária Tuol Svay Prey. Durante o regime de Pol Pot, o colégio foi transformado na Unidade de Aprisionamento e Interrogatório S-21, ou Tuol Sleng, que em khmer significa “Montanha das Árvores Venenosas”.
As estimativas de pessoas aprisionadas para interrogatório e tortura entre 1975 e 1979 nesta prisão variam de 17,000 a 24,000, das quais apenas doze pessoas sobreviveram. Em qualquer período durante o reinado de terror do Khmer Vermelho a prisão continha um número médio que variava entre 1,000 e 1,500 prisioneiros. Os internos foram repetidamente torturados e coagidos a se confessarem como “espiões” ou “conspiradores” ou mesmo a nomear parentes e amigos como tal, que por sua vez, eram também presos, torturados e mortos em nome do regime. Nos primeiros meses de existência da S-21, a maioria das vitimas eram trabalhadores do regime de Lon Nol e pessoas com algum nível de educação formal, o que incluía soldados, professores, médicos, oficiais do governo, burocratas, engenheiros, comerciantes, funcionários públicos e até mesmo monges budistas e professores de escolas primárias.


Quando os prisioneiros eram trazidos para Tuol Sleng, eram obrigados a decorar dez regras que deveriam seguir durante seu encarceramento:

1) Você deve me responder de acordo com as minhas perguntas
2) Não tente esconder os fatos inventando desculpas ou escusas. Você está expressamente proibido de me contestar.
3) Não seja tolo ao ponto de tentar atrapalhar a revolução.
4) Você deve responder imediatamente às minhas ordens, sem perder tempo para refletir.
5) Não me fale das suas imoralidades ou da essência da revolução.
6) Enquanto recebe chicotadas ou choques elétricos, você está proibido de gritar.
7) Não faça nada. Fique quieto e espere por minhas ordens. Se não houver ordens, mantenha-se quieto. Quando houver ordens, cumpra-as imediatamente, sem protestar.
8) Não faça pretextos sobre Kampuchea Krom com o objetivo de esconder seus segredos ou traições.
9) Se você não seguir todas as regras citadas acima, você receberá como punição muitas chicotadas de fio elétrico.
10) Se você desobedecer qualquer  dos pontos receberá dez chicotadas ou cinco choques elétricos.
(notao texto apresenta um certo grau de incoerência devido à péssima tradução do khmer para o inglês.)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

PHNOM PENH - A CAPITAL DO CAMBOJA

Phnom Penh, a capital do Camboja, possui aproximadamente 1,5 milhão de habitantes e está  situada nas margens do Rio Tonlé Sap, junto à confluência com o Rio Mekong. Pode-se dizer que é uma cidade razoavelmente agradável (considerando o caos que costuma predominar nas outras capitais e grandes cidades do sudeste asiático). É uma cidade de ruas largas ( o que melhora o fluxo do trânsito) e possui grandes praças, onde a população faz ginástica e pratica Tai Chi Chuan.
Foi conhecida como a "Pérola da Ásia" na década de 20 do século XX, muito por influência da sua arquitectura, uma mistura da arquitetura francesa da época colonial com a tradicional arquitectura khmer. Apesar da destruição causada por décadas de guerra, mantém algum do seu charme herdado desse período. Graças à sua riqueza histórica e cultural, é um importante destino turístico, sendo os pontos turísticos de maior interesse o Palácio Real e o Museu nacional.





                                 



 Palácio real e  maquete de Angkor What
Museu Nacional

E fomos visitar um mercado bem tipico