
Disseram-me que o nascer do sol também é maravilhoso mas , confesso que não me consigo levantar o cedo suficiente para assistir a esse espectáculo..
Mas pds não perdi nenhum..quer estivesse numa bela esplanada ou a caminhar pela ilha..



Mais grave teria sido pisarmos esta manta raia que estava camuflada na areia. A sua mordidela é muitíssimo venenosa... a foto foi tirada fora de água que nos daria pela coxa. Vejam como a água é transparente , felizmente....

As Maldivas é um país insular constituído por 1196 ilhas sendo habitadas somente 203. A maior parte destas 203 ilhas são resorts turisticos...cada ilha um resort. Algumas são tão pequenas que nesses resorts não há mais do que 50 quartos.
Nós fomos para uma das mais afastadas da capital Malé e por coincidência uma das ilhas maiores pois tem 1,6Km de comprimento e 340 metros de largura máxima...
Situada no Atol Ari Sud estávamos na ilha Nalagouraidhoo no Sun Island Resort (340 quartos..)...e fomos dar a volta à ilha caminhando pela areia "pó de talco" entre o azul esmeralda daquelas cálidas águas e o verde exuberante das palmeiras...
Quando estávamos cansados havia sempre uma "chaise longue" à nossa espera..
e finalmente encontramos um café expresso e por sinal bem saboroso ( ou seriam as saudades?) carito..mas enfim...
Chegámos ao nosso resort de barco após 3h de navegação entre outras ilhas espalhadas no Índico..Quando saímos do barco fiquei atónita com a cor e transparência daquela água..O barco parecia suspenso...afinal não era propaganda turística gratuita..era real mas tão difícil de acreditar...

Por enquanto só tinha encontrado algo de negativo...não ter ainda encontrado um café expresso à venda... teríamos que procurar melhor...
Teríamos que pernoitar no aeroporto de Colombo capital do Sri Lanka ( antigo Ceilão e denominada na antiguidade por Taprobana ...nome que Luis de Camões usou nos Lusíadas).


Circulando ao redor do mausoléu percebemos as discretas, espantosas incrustrações e para isso colocámos protecções sobre os sapatos enquanto outros caminham descalços vamos continuando a polir o belo mármore branco que constitui o chão do patamar que dá acesso ao interior do mausoléu
Com a bela luz do nascer do sol as pedras semi-preciosas incrustadas no mármore branco cintilam refletindo essa mesma luz ..
O mosaico de pedras preciosas é tão fino e detalhado que uma peça ornamental - uma flor, uma folha,... - pode ter até 70 pequenos fragmentos.
A arquitectura e a ornamentação tudo se combina, integrando-se numa perfeita proporção simétrica e de agradável harmonia, como é próprio de uma obra prima. Mas a beleza do conjunto só pode ser plenamente assimilada quando admirada de longe.
Não há contradições quanto ao facto de tratar-se de um monumento ao amor, o maior e mais famoso deles, um eterno monumento ao amor eterno. É de tal ordem grandioso - tanto na forma quanto no conteúdo - que a obra prima da arquitetura e toda sua beleza estão além do alcance das palavras. Pelo menos eu não encontro palavras para o qualificar....
Não é apenas sua extravagante beleza arquitectónica que nos impressiona, mas também a razão do que está por trás de sua construção: o amor imenso e o sofrimento atroz que levou um imperador -Shah Jahan - a construir um mausoléu para sua amada - Mumtaz - por quem apaixonou à primeira vista e alimentou um amor obsessivo: durante quase toda sua vida, a preferida do imperador esteve grávida. E morreu ao dar à luz seu 14º. filho em 19 anos de vida conjugal.





Quando chegámos ao portão Darwaza de arenito vermelho e com incrustações de pedras preciosas ficámos já maravilhados..
O arco principal emoldura e enquadra na perfeição o mármore branco e reluzente do imponente Taj. Magicamente forma uma das mais belas composições e introduz -nos numa das mais notáveis obras arquitetônicas do planeta. O portão magnífico não serve apenas para proteger o monumento, ele prepara o visitante para viver o momento de maior impacto: o primeiro encontro com o Taj Mahal.