sexta-feira, 13 de julho de 2012

ILHA DE PÁSCOA - RANO RARAKU


Rano Raraku é uma cratera vulcânica formada de cinzas vulcânicas ou tufo localizada na parte baixa de Terevaka, no Parque Nacional Rapa Nui, na Ilha de Páscoa. Foi a principal pedreira da Ilha, por 500 anos até o começo do século XVIII, e onde foi esculpida a maior parte dos famosos moais da ilha.
Ao longe observa-se o perfil da cratera Rano Raraku 


Subindo a cratera
Saindo da grande cratera, com cerca de 550 metros de diâmetro, é possível observar restos de estradas que irradiam-se para o norte, sul e oeste até a costa da Ilha. Espalhadas pelas estradas existem muitas estátuas, dispostas de maneira irregular, como se tivessem sido abandonadas durante o transporte.



A sensação que se tem é que os moais "crescem como cogumelos"...




Ainda em fase de construção ( abandonada...) este seria o maior Moai  da ilha



Vamos, então, sair desta zona fabril de Moais  e o próximo destino é a visão do Umbigo do Mundo...



quinta-feira, 12 de julho de 2012

ILHA DE PASCOA - OS MOAIS (2)



Moais - uma nova teoria...Pára-Raios?

Alguns cientistas, no ano de 1989, caracterizaram os Moais como "PARA RAIOS", devido a constantes descargas elétricas naquela ilha. Mesmo assim a quem se atribui a inteligência de produzir "para raios" naquela época?

Eis abaixo o texto retirado do Jornal O Globo - Mundo/Ciencia e vida - Ribamar Fonseca 

" São Luís - As estátuas monolíticas de até dez metros de altura da ilha de Páscoa, no Oceano Pacífico, foram construídas pelos antigos nativos para funcionar como pára-raios e, desse modo protegê-los das descargas elétricas freqüentes naquela região. Essa teoria, já comprovada científicamente através de pesquisas nos laboratórios da Universidade Federal do Maranhão, foi levantada pelo professor Francisco Soares, que passou seis meses na ilha estudando a função dos misteriosos Moai - nome dado às estátuas pelos nativos. 

Soares, de 31 anos, que é engenheiro eletrônico especializado em computação, descobriu que os antigos habitantes da ilha de Páscoa já conheciam na prática a Lei de Gauss, que aplicavam empiricamente, através das gicantescas estátuas para proteger-se das descargas elétricas. A Lei de Gauss determina o comportamento da distribuição de cargas elétricas espaciais sobre uma superfície dielétrica. O chapéu na cabeça das estátuas, de material vulcânico poroso, absorvia os raios e impedia que elas fossem destruidas. Até então imaginava-se que os moai tinham apenas funções relifiosas ou estéticas. 

Dedicando-se, desde 1979, à pesquisa sobre equipamentos primitivos de computação, como o ábaco, uma tábua de cálcuos criada pelos chineses, Francisco Soares chegou a civilização Inca, que possuia a mesma técnica com o quipu, feito de fios. E no rastro do quipu, Soares chegou a Rapa-nui, nome nativo da Ilha de Páscoa, descoberta em 1722, num domingo de páscoa, pelo holandês Jacob Roageveen. Ele conduziu suas pesquisas a partir de de quatro perguntas; Por que os moai foram construídos? Por que eram altos e tinham a forma alongada? Por que o chapéu? Por que só ocupavam a faixa costeira da ilha? 











Até então as gigantescas estátuas haviam sido estudadas apenas por antropólogos e etnólogos, que viam nelas um sentido mistico; teriam poderes mágicos ( os nativos diziam que quem tocasse na sua cabeça morria ) e ao mesmo tempo, seriam uma homenagem aos seus ancestrais. Francisco Soares, no entanto concluiu que as estátuas, dispostas somente no redor da ilha, tinham a função de pára-raios, atraíndo as descargas elétricas. Ficava assim protegido o centro dessa ilha, de 179 quilometros quadrados e a cerca de quatro mil quilômetros da costa do Chile. Ali estavam as habitações e lavouras de subsistência. 

Com o auxílo do professor Antônio Oliveira, mestre em física e matéria condensada do Departamento de Física da Universidade Federal do Maranhão, Soares recriou em laboratório as condições necessárias para a simulação de descargas elétricas. Usou uma fonte de alta tensão, uma câmpanula para fazer vácuo, e miniaturas das estátuas, confeccionadas com o mesmo material dos Moai, dispostas numa maquete da ilha. Comprovou-se, desse modo, que as estátuas com chapéu atraiam todas as descargas elétricas, que eram absorvidas e distribuidas pelo corpo, sem danificá-las. E mais: no escuro, os chápeus, carregados de energia, ficavam iluminados, o que, segundo ele, explica os poderes mágicos atribuídos aos moai. 

Soares concluiu, diante disso, que os antigos nativos da ilha dominavam o conhecimento prático da Lei de Gauss, pois a função de pára-raios só se tornou possível por causa da forma dos chapéus das estátuas e do material vulcânico poroso com que foram confeccionadas, diferentes do material do corpo. Se fosse outro material utilizado, elas seriam destruídas pela primeira descarga elétrica. O jovem cientista maranhense, que deu ao seu trabalho o título de aplicação empírica da Lei de Gauss e difusão elétrica nos moai de Rapa-nui, volta a ilha em julho para novas pesquisas."




terça-feira, 10 de julho de 2012

ILHA DE PÁSCOA - OS MOAIS (1)


Conhecidos por suas cabeças desproporcionais, expressão enigmática e aura de mistério, os moais aludem a ancestrais deificados através dos quais os rapanuis supunham conseguir comunicar espiritualmente com divindades. Distintos clãs de povoados da ilha de Páscoa eram unidos pelo culto às estátuas.
Talhadas em tufo, uma rocha vulcânica composta de cinzas consolidadas, principalmente entre os séculos 13 e 16, as estátuas têm de cinco a sete metros de altura.


Existem três tipos de estátuas gigantes: 

-As primeiras estátuas estão situadas nas praias à borda do mar. Seu número é de mais ou menos 200 à 260 e algumas estão à uma distância de mais de 20 km do canteiro do vulcão onde foram modeladas. Estas estavam instalados em vários números, sobre monumentos funerários chamados "ahus"e davam as costas para o mar. Originariamente estiveram tocados por um tipo de chapéu cilíndrico chamado "Punkao", feito com uma rocha avermelhada, tirada do vulcão "Puna Pao". 

-O segundo grupo é o das eregidas ao pé do "Rano Raraku". São estátuas terminadas, porém diferentes das outras, pois seus corpos estão cobertos por símbolos. As órbitas dos olhos não estão desenhadas e precisam de um chapéu ou "punkao". No entanto estas são mais enigmáticas que as anteriores. 

-O terceiro grupo há anos a mais conhecida de todas elas "tukuturi", que possui a particularidade de ter pernas, foi comparada as estátuas da arte pré-incaica criando sérias dúvidas sobre a tese comum da origem dessas populações. A ilha porém foi abandonada por alguma razão... Os obreiros abandonaram suas ferramentas e oficinas. Como se suas causas desta paralização tivessem sido provocadas por uma catástrofe de carater natural, como maremoto, por alguma invasão ou epidemia. 





Segundo a teoria mais aceite sobre a ilha, os moais teriam sido erguidos pelos primeiros habitantes, os “Rapa Nui”, como uma homenagem
aos líderes mortos, o que explicaria o fato de estarem todas de costas para o mar, ou seja, de frente para o interior da ilha onde ficavam as aldeias. O que significaria que os líderes, representados pelos moais, continuariam a olhar para sua tribo. A mesma teoria afirma que a lógica de construção dos moais segue um padrão que está relacionado à topografia da ilha, também pelo fato de estarem viradas para esta e de costas para o mar.
Outra teoria, defendida por um pesquisador do Instituto de Astrofísica das Canárias, Edmundo Edwards, tenta provar que, na verdade, as estátuas seguem um padrão de construção que seria orientado pelas estrelas, tal qual as pirâmides egípcias.
Ao todo a ilha de Páscoa, também chamada de Rapa Nui, possui 670 estátuas de pedra que começaram a ser esculpidas em torno do ano 1.000 d.C. pelos nativos. Cada estátua era feita de uma única rocha basáltica retirada de uma cratera no centro da ilha, a cratera “Rano Raraku”, e seus tamanhos variam de 2 a 20 metros de altura. Depois de esculpidos os moais eram transportados  até o local onde seriam erguidos, geralmente sobre altares, também de pedra, os “ahus”.

O método usado para transportar os moais é controverso e um dos mistérios da ilha, pois cada estátua pesa em média 12 toneladas.
Lendas falam de sacerdotes utilizando a força espiritual do mana (poder divino) para locomovê-los um pouco a cada dia; já a tradição oral reza que os moais andavam.
A teoria mais aceite é que os ilhéus usavam movimentos oscilantes e giratórios para deslocar as estátuas de pedra, da mesma forma como transportamos geladeiras. Outra versão afirma que os moais eram transportados deitados em troncos lubrificados com óleo de palma.
A maior e mais impressionante plataforma restaurada, o Ahu Tongariki, fica no sudeste da ilha e tem 15 estátuas lado a lado, dentre as quais a mais pesada tem 86 toneladas.


Há no entanto uma outra teoria sobre a utilidade dos moais..uma teoria baseada em conhecimentos de Física e Química...a minha área. Vou estudá-la antes de a apresentar aqui...






segunda-feira, 9 de julho de 2012

ILHA DE PÁSCOA - ORONGO e CULTO DO HOMEM PÁSSARO

                  Nos arredores do vulcão Rano Kau, num lugar chamado Orongo, os antigos rapanui  instalaram a aldeia cerimonial mais importante de Páscoa, onde cultivaram entre os séculos 11 e 17 o mito do homem-pássaro, ritual de forte conotação de fertilidade e poder. Reza a lenda que líderes dos principais clãs nadavam até uma pequena ilha chamada Motu Nui à espera de um lendário pássaro, o manutara. Quem primeiro conseguisse transportar um ovo intacto até essa parte da ilha convertia-se em chefe do clã. A etapa seguinte era rapar o cabelo e pintar de branco a cabeça do homem-pássaro, que assumiria a liderança entre os nativos por um ano.


Casas em Orongo - baixas pois só serviam para os rapanui dormirem

A ilha mais afastada é a ilha Moto Nui - a ilha do Homem Pássaro
No primeiro plano pode-se ver gravado nas rochas petroglifos








Nas falésias sobre o Pacifico, o resto de um Moai e uma parede com caracteristicas incas...um mistério!!























sábado, 7 de julho de 2012

ILHA DE PÁSCOA - VULCÃO RANO KAU

Situado a sudoeste da ilha, esse vulcão teve sua última erupção há cerca de 150.000 a 210.000 anos. Os ataques do oceano Pacífico entalharam altas falésias, transformando o vulcão numa espécie de cidadela.



 Pode-se subir ao topo onde se avista uma imensa cratera de 1,6 km de diâmetro . A cavidade foi preenchida pela água da chuva, que formou lagoas rodeadas por plantas que só ali existem.


Na base do vulcão pode-se chegar a arribas sobre o Pacífico, percorrendo um "sandero"..

Vista aérea do vulcão ( foto cedida pelo guia)



sexta-feira, 6 de julho de 2012

ILHA DE PÁSCOA - HANGA ROA( 2)

Caminhámos toda a tarde pela zona de Hanga Roa...um passeio prazeroso, talvez pelo contraste com a movimentação dos dia anteriores em Cusco...


De vez em quando apareciam uns simpáticos bancos a convidarem-nos a descansar..


e alertas para não nos atrevermos a tomar banho...


Caminhámos até aos Moais...

este olhava-nos com os olhos bem abertos..
e tinha umas costas bem "modernas" com tatuagens a três dimensões recém recuperadas

Iniciámos o regresso ao centro da "cidade"..... que se avistava ao longe

Os barcos já descansavam depois de um dia de pescaria...
Anoitecia suavemente...como suavemente tudo acontece nesta ilha...
Eram horas de o último surfista abandonar o mar...amanhã seria outro dia...








quinta-feira, 5 de julho de 2012

ILHA DE PÁSCOA - HANGA ROA (1)

Hanga Roa é a capital mais pequena que alguma vez tinha visto...uma estrada, algumas casas, umas tendas de venda de artesanato, uns restaurantes onde se come ( e bem...) peixe acabado de pescar e...o mar de água fria, onde há sempre alguém a surfar.
No pequeno porto pode-se molhar os pés e os barcos esperam que o mar se acalme..não há pressa...no stress...


No porto encontrámos o primeiro Moai..

Tudo convida a um bom almoço num restaurante sobre o mar...o nome da cerveja fez-nos "descer à terra" e pensar na crise financeira portuguesa/europeia..


O que me cativou neste fim do mundo? a paz... o poder passear calmamente pelo campo " alcatifado de verde" que envolve a cidade, sem movimento, sem estradas, sem trilhos...só mar, céu, nuvens e..algumas estátuas.....


Até  encontrámos uma pedra  cheia de sentimento...gritava ao vento que passa...


Embora não simpatize com  Manuel Alegre como pessoa..esta pedra, para mim, tinha tudo a ver com  a sua Trova do vento que passa...

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.

Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.

Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio — é tudo o que tem
quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.

E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.

Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.

Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

Manuel Alegre


terça-feira, 3 de julho de 2012

ILHA DE PÁSCOA - O LOCAL HABITADO MAIS ISOLADO DO MUNDO

Páscoa é uma ilha vulcânica, seu território tem a forma triangular e é o pedaço de terra mais isolado do mundo, no limite da Polinésia Oriental



A geografia de Páscoa sempre representou grandes desafios para seus colonizadores, como até hoje ainda o é. Seu clima, embora quente para os padrões europeus e norte-americanos, é frio para os padrões da maioria das ilhas da Polinésia. Tanto que plantas importantes, como o coco (introduzido em Páscoa somente em tempos modernos), não se desenvolvem bem na ilha, e a fruta-pão (também recentemente introduzida), sendo Páscoa um lugar ventoso, cai do pé antes do tempo. Além disso, o oceano ao redor é demasiado frio e não permite a formação de recifes de coral, tornando a ilha deficiente tanto para peixes e moluscos associados aos atóis de coral, como para peixes em geral (de todas as espécies de peixe existentes, Páscoa possui apenas 127).
Todos esses fatores resultam em menos fontes de alimento. Além do que, a chuva – cuja precipitação média anual é de 1300 mm, aparentemente abundante, infiltra-se rapidamente no solo vulcânico e poroso da ilha. Há, portanto, limitação de água potável. Somente com muito esforço os insulares obtêm água suficiente para beber, cozinhar e cultivar.
Rapa Nui, nome que designa não somente a ilha, como também o povo e a língua locais, não é nem paradisíaca, como os diversos arquipélagos de atóis que salpicam a Polinésia, nem como o safári darwinista das ilhas equatorianas a nordeste. É patrimônio da humanidade e um dos lugares mais intrigantes da Terra.
Mais do que os moais, as estátuas gigantes espalhadas pela paisagem vulcânica que dão fama à ilha, e os mistérios a eles associados, o que impressiona é a existência e a perseverança da comunidade num local tão remoto e com recursos naturais  tão limitados.
Os 5.000 habitantes, dois terços deles rapanuis, vivem quase todos no único povoado da ilha, a diminuta Hanga Roa, onde fica o aeroporto e que serve de base para turistas.


Zona central de Hanga Roa e o seu estádio de futebol..

Há somente uma farmácia, um supermercado e dois pequenos postos médicos na ilha, e qualquer problema de saúde mais grave torna necessário accionar uma ambulância aérea para remover o paciente para hospitais melhor equipados em Santiago.
Há três escolas, uma delas ensina rapanui, mas cursos superiores têm de ser feitos no continente. Do lado de fora  das casas noturnas da vila, os frequentadores amarram os cavalos e vão para a night.

A única estrada, em grande parte asfaltada, dá uma volta parcial à ilha e tem 46 km -equivalente a uma hora de carro sem parar.

Departamento oficial do governo

Apesar de todas estas limitações, a tranquilidade, segurança e mistério que esta ilha transmite é uma mais valia!


segunda-feira, 2 de julho de 2012

CUSCO - A PEDRA DOS 12 ÂNGULOS

Estávamos prestes a partir para Lima e daí para a última etapa desta magnifica viagem - a ilha de Páscoa.
Restava-nos umas horitas para nos despedirmo-nos de Cusco. Ainda empolgados  e cansados pela vista a Machu Picchu  calmamente fomos dar um passeio pela cidade..

Percorrendo algumas ruas de Cusco mais uma vez nos maravilhámos com os muros incas
Os Incas eram exímios trabalhadores da pedra e ao contrário dos egípcios que talhavam o granito em ângulos retos e superfícies planas, os nativos dos Andes, poliam as pedras em curvas suaves, ângulos complexos sem com isso deixar de fazer encaixes perfeitos entre os blocos. Era uma técnica muito mais difícil de ser dominada do que a dos planos precisos usados pelos dos Egípcios. Um dos mais famosos exemplos dessas habilidades é a pedra de 12 ângulos, uma das atrações mais visitada em Cuzco, e que apesar das múltiplas facetas que tem, esta pedra está perfeitamente encaixada na parede do que foi o templo do Sol.





Nostalgicamente regressámos à praça de Armas..



.. estava na altura de comprar umas lembranças.. e de tomar um cafézinho...




Até à vista, Perú!!!!!!!!